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domingo, 2 de junho de 2013

Inutilidades que criamos: Adaptações em motos

O ser humano sempre foi reconhecido pela sua criatividade e pela sua facilidade de adaptação. Quando estas virtudes são utilizadas separadamente, somos capazes de suportar ou criar coisas extraordinárias, geniais. Porém quando utilizadas em conjunto, a genialidade passa bem longe da criação. Prefiro denominar tais criações como “coisas mutantes”. Geralmente eu abordo um único assunto, mas o que vem acontecendo com as motos ultimamente vem me deixando um tanto quanto intrigado.
Meus dois primeiros mutantes já são velhos conhecidos. O primeiro é o famoso bagageiro (ou baú, se assim preferirem) acoplado a moto. Foi uma adaptação criada pela necessidade de carregarmos coisas sobre duas rodas (além do piloto é claro). Até aí tudo bem, mas foi necessário um pequeno sacrifício, não tem como carregar um passageiro na garupa. Para corrigir este “problema” foi criado um “bagageiro embutido” logo abaixo do banco das motos. Agora aqui vai uma reflexão (opinião minha, sinto muito mas o blog é meu e eu quero opinar). Se o dono do veículo em questão precisa carregar mais coisas do que deveria conter numa sacolinha, a solução seria comprar um carro e não “inventar soluções”. Um automóvel além de ser mais seguro, suporta bem mais peso (não é mesmo seu gordinho motorizado?).
Tudo bem que tais exemplos já estão mais que consolidados, então vamos para a mais nova aberração motorizada. O que são aquelas motos com uma espécie de carroça atrás? E ainda substituíram a roda traseira pelas duas da adaptação da tal carrocinha. Se não souber o que falo veja a imagem abaixo.
Se você tem como financiar uma aberração dessas, porque não optar por uma pick-up ou caminhonete? Elas são visivelmente mais bonitas do que parecer andar naquele velocípede de adulto (na minha região chamamos o monociclo de plástico, sonho de consumo de qualquer criança, de velotrol, vai entender).

Finalizando, se adaptar não crie e se criar não adapte. Futuros monstros podem aparecer pelas ruas… Inté a próxima pessoal!!!

sábado, 14 de julho de 2012

Inutilidades que criamos – Jogos de tabuleiro / Parte 02


Não tem pouco tempo que eu comecei a primeira parte desta postagem. Era muita coisa para ser despejada então fiz como o “Jack, o estripador” e fui por partes. Anteriormente falamos de dois exemplos que jogos que na TV eram sucesso, mas que no tabuleiro tinha um defeito: a falta da magia televisiva. Precisei pesquisar algumas aberrações, as quais a única informação que eu tinha era apenas a da minha memória. O Google além de ser o novo “Pai dos Burros” (o dicionário passou a ser o avô) é também um grande coveiro (Assunto anotado, em breve pintará algo a respeito por aqui).
Todos se lembram do programa “Domingo Legal”, não é? Eu digo se lembram porque desde que o Gugu virou mercenário e optou ganhar mais na emissora do Bispo, eu duvido que alguém ainda assista aquilo. Pois bem, na época de ouro desta atração no SBT, esta também teve sua versão para tabuleiros. Porque um programa de variedades deveria virar jogo? Acho que nunca mais isto será repetido. Eu não tive o jogo, mas conheci quem o adquiriu. Não há como explicar tamanha imbecilidade. Vamos para o nosso próximo monstrinho.
O “Soletrando” fez um enorme sucesso dentro daquele caldeirão, porém fora e na versão de papel cartão isto se torna um jogo de gosto duvidoso. Pra começar precisamos de alguém com boa base em língua portuguesa. Se for pra brincar com professor eu prefiro faze-lo na escola e não em casa. Próximo!
Agora, nossa próxima atração será a responsável por este texto acabar ficar maior do que o normal. Ou não, melhor não, farei melhor. O Programa “Mega Senha” eu esculacho num tópico próprio, porém sua versão “de mesa” pode até ser melhor do que a versão televisiva, isso se descartarmos a imitação forçada de Roberto Justus misturado com Silvio Santos do apresentador da atração, que por sinal também é o dono do canal.
E finalizando, não gaste seu rico e suado dinheiro à toa. Deixe os programas dentro da sua Tv. Eles ficam bem melhores do que fora dela. Sem mais, inté a próxima pessoal!!!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Inutilidades que criamos – Jogos de tabuleiro / Parte 01


Bom, o assunto de hoje não é necessariamente algo que precisamos criar para facilitar. O nosso “objeto de estudo” é pura e simplesmente empurrar algo que é cult no momento.
Programas surgem aos montes na TV, mas se ele faz sucesso, lá vai a estratégia de marketing inventar de levar a atração para dentro de nossas casas por intermédio de jogos de tabuleiro. A princípio pode até parecer uma boa idéia, afinal quem nunca pensou em participar de um “Passa ou Repassa” (tirei essa do fundo do baú do Silvio), por exemplo?
Até aqui tudo bem, mas a graça de tudo isso cai por terra quando abrimos a caixa do jogo e nos deparamos com peões de plástico, dados, cartões e fichas de papel cartão. Jogamos uma única vez, escondemos em porões, debaixo de camas ou dentro de guarda-roupas e esquecemos para sempre.
Vamos aprender uma lição preciosa aqui hoje. A graça das atrações televisivas está nas mãos (ou na cabeça) de quem as apresenta. Os caras são simpáticos, mas por mais que tentemos imita-los é o carisma natural destes caras que faz o programa ser um sucesso.
O “Show do Milhão” foi um fenômeno na época, porém os jogos de tabuleiro e de computador não tinham a mesma magia. A magia estava dentro daquela maleta misteriosa, enigmática, completamente transparente, com as barras de ouro reluzindo e aquele “1 MILHÃO” grafado em sua superfície. Não eram à toa que as pessoas acabavam errando as perguntas mais fáceis. E aquela trilha sonora intimidadora? Rolava até o som de fundo do filme “Psicose”, aquela música da famosa cena do banheiro.
Creio que tivemos muita nostalgia por aqui e quando isso acontecer a postagem vem em dobro. Aguardem a segunda parte, só que desta vez com as piores idéias para se transformas sucesso em fracasso. É como se fosse o “Toque de Midas”, mas em vez de fazer ouro reproduzem-se cagadas. Mas isso fica pra segunda parte. Inté a próxima pessoal!!!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Inutilidades que criamos nº. 02

Existem produtos que já são criados com a finalidade de induzir o consumidor de que ele realmente é útil. Assistindo TV, me deparei com um objeto que, em certo ponto, até poderia ser útil, mas não significa que você deve imediatamente compra-lo. Numa das demonstrações, a belezoca simplesmente extraia todo suco de uma mandioca crua. Caros amigos estou me referindo ao famoso Juicer. Mas o que me deixou encafifado foi a legenda abaixo do vídeo informando que a mandioca deveria somente ser consumida após prévio cozimento e que aquilo era meramente uma demonstração do produto.

Então porra, para que comprar algo se não se pode consumir um produto naquele estado. Tudo bem que mandioca crua deve ser horrível e que o suco dela não deve ser nada apetitoso, mas comprarei o fazedor de suco de mandioca apenas para se exibir? Ah, francamente!

Outra coisa interessante. Um narrador diz que o Juicer separa completamente o bagaço e as sementes da polpa da fruta, conseguindo assim aproveitar todos os seus benefícios sem nenhum desperdício. Uma faca, um liquidificador e uma pessoa com paciência fazem o mesmo serviço por um terço do preço que você gastaria adquirindo o processador.

Prometi para mim e para minha família. O dia que este produto conseguir extrair leite de pedra, no sentido real da expressão (colocando-se pedra no processador e obtendo-se o leite), eu indicarei este produto a todos que me perguntarem. Inclusive o darei de presente de casamento a quem quer que esteja se casando. Enquanto isso, economizo meu dinheiro e continuo produzindo meus sucos (por que para minha só existe esta utilidade naquele produto) da maneira convencional.

Sobraram bagaços? Ok inscrevam-se naqueles cursos gratuitos (ou paguem por eles, sai mais barato que o Juicer) que ensinam como aproveitar as sobras dos alimentos e façam bom proveito.

Inté a próxima pessoal!!!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Inutilidades que criamos Nº. 01

O ser humano é conhecido por sua grande criatividade. Para facilitar seu dia-a-dia, todos os dias, são criados inúmeros artefatos com esta finalidade. Porém, para se livrar de suas criações as quais já criou uma versão 2.0 de determinado utensílio, neste caso, tem-se certa dificuldade. Esta seção do blog tratará dos objetos que compramos porque imaginamos ter importância mas, se pensarmos um pouco mais, notaremos que nunca deveríamos ter comprado.

O jornal vendido em bancas ou através de assinaturas é um exemplo. Porque comprar algo que só faz volume em sua casa e se desatualiza tão facilmente? Quero dizer, ele já é publicado com certa desatualização. Você sai de casa e olha na banca uma manchete às oito da manhã dizendo que “Começou a guerra no Azerbaijão” e as nove você entra na internet, em qualquer portal de notícias (seja G1 ou R7, um é a Recópia do outro) e lê que “As forças de paz da ONU já se preparam para reerguer o país do pós-guerra. Resumindo: uma hora depois de ler o jornal, a guerra acaba. É um milagre divino? Não seu trouxa. Você perdeu dinheiro comprando algo que te deixa cada vez mais defasado. Que diferença fez o jornal ter fechado a edição às 00h do dia. Se tivesse saído ao meio dia, pelo menos, sairia com mais fatos atualizados.

Solução para o seu problema: Um computador velho com internet banda lenta satisfaz essa deficiência de informação tardia e obsoleta.

Solução para os jornais editados: Para um jornal se atualizar aos tempos modernos só há uma alternativa. E ainda assim não muito boa. Sem edições diárias, somente uma semanal. Logo, aquele famoso “Diário de Itapipoca” sofre reformulações e muda seu nome para “Resumo semanário de Itapipoca”. Ou qualquer outra denominação que vocês acharem melhor.

É o que eu digo a vocês leitores. Cancelem as assinaturas. Quer ler algo, leia um livro, é mais interessante. Jornais de papel você não precisa mais deles. O papel higiênico já foi inventado lembram-se?

Inté a próxima pessoal!!!