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terça-feira, 11 de junho de 2013

Poesias Insólitas: A morte da flor (Parte 2)

Uma nova flor morreu no jardim. E isso serviu de inspiração para mais uma poesia. Créditos a Srta. Natyelli Pereira (Futura Sra. Marcondes) pela inspiração de 99% dela…

A morte da flor (Parte 2)

Uma florzinha pequena
Com a vida tão plena
No jardim toda feliz
Achando que a vida
Seria divertida
E ela a principal atriz

Mas a florzinha se enganou
Sua vida se encerrou
Numa manhã de sol forte
Foi tão devastador
Sozinha e sem amor
Assim cessou sua sorte

A florzinha partiu
Seu corpinho sumiu
Sob o jardim se enterrou
As outras que ficaram
Por enquanto ainda falam
Da florzinha que as deixou

Inté a próxima pessoal!!!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Poesias Insólitas: A morte da flor


Alguém já escreveu sobre a morte de uma flor? E uma poesia sobre isso, alguém já leu? Algum escritor teve a coragem de escrever algo parecido? Este autor do blog, num momento de estrema perturbação, fez isso. Espero que gostem… Ou não!!!

A morte da flor

Florzinha pequena
De noite serena
Que o Sol fez murchar
O orvalho era tanto
E o calor um espanto
Fez a flor desidratar

Que coisa irritante
Este Sol escaldante
Deixa a vida esvair
A flor até tenta
O caule não sustenta
E ela acaba a cair

Esta vida imperfeita
Que às vezes se ajeita
Apenas para alguns
Com a flor foi injusta
Pra ela muito custa
Uma vida com luz

E a história se encerra
A flor foi para terra
Enterrada ao desdém
É o fim desta história
Com esta flor sem vitória
E se foi para o além

Um agradecimento todo especial a minha namorada que me ajudou nas rimas e teve que ouvir esta atrocidade em primeira mão… Inté a próxima pessoal!!!

sábado, 1 de junho de 2013

Poesias Insólitas: O Gato andarilho



É isso mesmo pessoal, o autor deste blog endoidou de vez. Como se não bastasse este insano querer se aventurar pelo ramo das narrativas, ele decidiu que deveria escrever poesias. Espero não ser preso por mau uso da língua portuguesa. E quem tiver olhos, mas não tem coragem suficiente para arrancá-los, leiam as atrocidades, estas novas agressões à língua pátria. Divirtam-se!!!

O Gato andarilho
Havia um gato
No meio do mato
Caçando um rato
Pois este era um chato

Achou um feto
Num lugar reto
Achou correto
Enterrar o dejeto

Tal coisa eu cito
Pois foi esquisito
Então repito
O ato maldito

Partiu pro esgoto
Encontrou um garoto
Achou-o meio maroto
E arranhou-lhe o escroto

Eu tento, eu luto
Mas nunca me escuto
Acabou-se então o texto fajuto
Que deixou tudo mundo puto…