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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Jogando conversa fora: Santos, pensamentos e mudança de ideias



Vamos falar mais uma vez de Santo Antonio. Este santo é uma versão de um ícone um pouco maior, o famoso São Valentim. Não estou aqui para julgar crenças e tampouco para dar informações precisas. As opiniões aqui expressas são minhas, o blog é meu e eu escrevo tudo o que me der na telha.
Continuemos… Ambas são figuras que representam casamento, amor pelo próximo, fora outras “coincidências”. Uma delas é a fama de serem casamenteiros. Segundo as lendas, os dois casavam jovens apaixonados à surdina.
Sinceramente, acho que o Folclore brasileiro é riquíssimo. Mas esta história de ficar dando Ctrl+C Ctrl+V nas histórias de outras pessoas chega a ser lamentável. E até adaptar ou roubar tradições de outras culturas (Um dia critico o tal Dia do Saci). Não estou sugerindo nem culpado ninguém, só estou falando sobre algo que me parece que foi feito. Só acho que devíamos pintar uma situação cujo Santo fizesse seus próprios milagres.
Um exemplo, poderíamos dizer que ele lutou contra todos do seu país de origem (Santo Antônio não é brasileiro pra principio de conversa. A cópia começa por aí) para que todos pudessem ter o direito de se casar com quem quisesse. Com uma origem dessas, ele poderia ser considerado Padroeiro da união Homoafetiva.
Pra dizer a verdade, acabei me estressando só de escrever este texto. Esta é a primeira vez que isso me acontece.  Tal sentimento vem de precisarmos nos orientar por outras figuras para gerar nossas figuras folclóricas. Entretanto, isso se deve aquele velho ditado: Quem conta um conto aumenta um ponto. Ouvimos histórias dos avós, dos avós, dos avós, dos nossos avós que por sua vez não eram brasileiros. Sou assim meus amigos, penso, matuto, me estresso, paro, reflito e aceito a nova realidade.
E quem achar que mudo de ideia muito rápido, me critiquem. Quem me apoiar, comente. Só não fiquem em cima do muro. E pras encalhadas, não vale colocar o Santo em cima do muro. Por hoje é só… Inté a próxima pessoal!!!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Jogando Conversa Fora: O lado irônico do Dia dos namorados



Olá amados e estimados leitores. Comecemos aqui mais uma postagem comemorativa de Dia dos Namorados. Mas desta vez ela será diferente. O autor deste blog oferece este texto especialmente para sua cara metade. A razão que o faz viver desde então.
Pois bem, eu gostaria de ressaltar uma coisa: eu sempre quis ter alguém com quem passar o dia 12 de junho juntinho, mas nunca tinha. Agora que encontrei a tampa da minha panela de pressão (Pois ela se encaixa perfeitamente em mim) vejam o lado irônico. Ela mora a milhares de quilômetros de mim. Isso é incomodo e até chato para ambos, porém sempre encontramos maneiras de matar esta saudade (não citarei coisas pessoais minhas pra vocês ficarem copiando, vão achar seus próprios métodos) e satisfazer a vontade de ficar junto.
Pra dizer a verdade, é uma relação que depende de muitas pessoas. Principalmente quando o assunto é a entrega do presente. Uma coisa que poderíamos resolver em minutos e pessoalmente, torna-se muito incomodo se feito a distância. Precisamos arranjar um método de entrega (Geralmente os Correios. Obrigado por fazer parte das nossas vidas) e pagar por isso (não estou reclamando do preço, só estou dizendo que poderia fazer de graça). Sem falar a espera de o nosso presente chegar.
Deixando o lado dos agradinhos, falemos da distância em si. Não podemos sair pra passear neste dia. Pra dizer a verdade, não podemos sair juntos em dia algum. O máximo que a gente consegue juntos é um jantar a luz de LED. E com cada um comendo um prato diferente.
Mas as limitações não se restringem apenas ao fatídico dia dos eternos amantes. Estas nos perseguem no nosso dia-a-dia também. Conversas por telefone, mensagens de texto e internet substituem as conversas ao vivo. Beijo para o ar na câmera substitui o afeto e o carinho da proximidade. É simplesmente a forma que conseguimos demonstrar o quanto podemos amar, mesmo que a distância. Mas ficamos parecendo dois loucos fazendo peripécias na frente de uma tela plana.
Pra finalizar, sinto inveja de quem pode ter a pessoa amada do lado neste dia. Muitos têm este ”presente” e não dão a devida atenção, não dão o devido valor. Daria tudo pra ter minha princesa por perto. Então, aproveitem a proximidade. E quanto a nós, os amantes à distância, ficamos com o lado irônico até que possamos ficar mais perto.
Só mais uma coisa. Amo muito você minha morena. Apesar da distância, saudade, falta de recursos, excesso de vontades, eu te amo muito. Feliz Dia dos Namorados, pra você, para mim, para nós.
E até a próxima pessoal!!!

terça-feira, 4 de junho de 2013

Jogando Conversa Fora: Ponto e vírgula



Acho que este será um dos mais curtos da história (se eu não acabar me enrolando). Nosso idioma tem muitos acentos e sinais gráficos, mas nenhum deles é tão injustiçado quanto o ponto e vírgula (o mais injustiçado antes era o trema, porém tamanha injustiça acabou por bani-lo).
Bom meus leitores, eis algumas questões. Alguém usa o ponto e vírgula? Alguém sabe como utiliza-lo da maneira correta? Alguém ligaria se eu não soubesse a hora certa de coloca-lo? Eu particularmente não faço questão nenhuma em usa-lo, mas se alguém se sentir ofendido com este meu ato de rebeldia e repúdio a este sinal na língua portuguesa, por favor, se pronuncie. Os comentários servem exatamente para isso. E eu gostaria muito de saber a opinião de vocês.
Acho que por hoje é só. Não falei que seria curto? Pela primeira vez cumpri no ato uma promessa que fiz. E vou acabar minha postagem por aqui antes que eu acabe quebrando a promessa. Inté a próxima pessoal!!!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Jogando conversa fora: Leitura é uma coisa boa


Não, isso não tem nada a ver com o blog. Estou me referindo à leitura de textos mais educativos escritos por pessoas com um nome a zelar. Escritores de best-sellers, por exemplo. Não que eu me considere um escritor (no meu caso estou mais para “escrotor” do que pra escritor), aliás, não passo nem perto de chegar a ser um algum dia. Sou apenas uma criatura que vive no limbo, recolhendo restos de coisas estranhas e putrefatas, com a finalidade de transformá-las em algo com a possibilidade de ser lido.
Devaneios a parte, retomemos nosso assunto. Qual foi o ultimo livro que você leu?
Se você demorou algum tempo para encontrar a resposta, após a ler todo este texto, eu sugiro que pegue algo mais interessante para se ler. Uma bula de remédio é algo mais digno de sua atenção no momento.
Caso a resposta da pergunta acima tenha vindo de forma automática, meus parabéns, vocês são como eu. E podem estar prestes a se tornarem autores de postagem de um blog. Bem, acho que não foi um bom elogio. O que quero simplesmente dizer é que ler pode ser algo bom. Se você ler uns quatro livros por mês, está na média.
Mas se até agora você não se lembrou qual foi seu ultimo titulo lido, temos um problema. Creio que meu conselho de ler uma bula acabou indo para as pessoas erradas. Histórias em quadrinhos também ajudam quando o quesito é precisar ler sobre algo. O fato é que não podemos ser sedentários na leitura (só não mostrem esta frase aos gordinhos).
A todos que conseguiram me acompanhar até o final, deixo aqui registrado o meu muito obrigado. Fico lisonjeado em ser o escolhido para a leitura de vocês quando se tem C.S. Lewis, J.R. Tolkien e entre outros mestres da literatura mundial.
E deixem dicas de livros nos comentários para mim. Eu preciso de novas sugestões. Inté a próxima pessoal!!!