quinta-feira, 12 de julho de 2012

Inutilidades que criamos – Jogos de tabuleiro / Parte 01


Bom, o assunto de hoje não é necessariamente algo que precisamos criar para facilitar. O nosso “objeto de estudo” é pura e simplesmente empurrar algo que é cult no momento.
Programas surgem aos montes na TV, mas se ele faz sucesso, lá vai a estratégia de marketing inventar de levar a atração para dentro de nossas casas por intermédio de jogos de tabuleiro. A princípio pode até parecer uma boa idéia, afinal quem nunca pensou em participar de um “Passa ou Repassa” (tirei essa do fundo do baú do Silvio), por exemplo?
Até aqui tudo bem, mas a graça de tudo isso cai por terra quando abrimos a caixa do jogo e nos deparamos com peões de plástico, dados, cartões e fichas de papel cartão. Jogamos uma única vez, escondemos em porões, debaixo de camas ou dentro de guarda-roupas e esquecemos para sempre.
Vamos aprender uma lição preciosa aqui hoje. A graça das atrações televisivas está nas mãos (ou na cabeça) de quem as apresenta. Os caras são simpáticos, mas por mais que tentemos imita-los é o carisma natural destes caras que faz o programa ser um sucesso.
O “Show do Milhão” foi um fenômeno na época, porém os jogos de tabuleiro e de computador não tinham a mesma magia. A magia estava dentro daquela maleta misteriosa, enigmática, completamente transparente, com as barras de ouro reluzindo e aquele “1 MILHÃO” grafado em sua superfície. Não eram à toa que as pessoas acabavam errando as perguntas mais fáceis. E aquela trilha sonora intimidadora? Rolava até o som de fundo do filme “Psicose”, aquela música da famosa cena do banheiro.
Creio que tivemos muita nostalgia por aqui e quando isso acontecer a postagem vem em dobro. Aguardem a segunda parte, só que desta vez com as piores idéias para se transformas sucesso em fracasso. É como se fosse o “Toque de Midas”, mas em vez de fazer ouro reproduzem-se cagadas. Mas isso fica pra segunda parte. Inté a próxima pessoal!!!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Estranhezas mentais


Porque às vezes não sentimos vontade de fazer algo que precisamos fazer? Eu poderia parar esta postagem por aqui, afinal não estava a fim de escrever nada hoje mesmo. Mas já que eu toquei neste assunto, paciência. Se não estiverem a fim de ler também é um direito que assiste a vocês.
Pois bem, sabemos que temos de ir trabalhar, que temos de nos alimentar, que precisamos ir pra academia, escola ou faculdade. Temos a ciência de que se não fizermos teremos graves conseqüências. Então porque raios a vontade não chega? Isto é ou não um caso de estranheza mental? Caraça como é difícil escrever sem vontade. Mas eu preciso, caso contrário, meu cérebro fica um tanto quanto, digamos assim, sedentário.
E a coisa fica pior quando tem alguém mandando você fazer o que não está com a mínima vontade. Creio que seja esta a causa da maioria dos homicídios (sei que é exagero, mas poderia muito bem ser a “causa mortis” de muita gente).
Porque nosso cérebro age desta forma, como se não tivesse a mínima noção do perigo? Será que fazemos o mesmo com o nosso cérebro, obrigando-o a executar por 24h por dia (Sempre achei esta expressão estranha. Tema anotado.) ordens as quais ele não quer obedecer?
Bom pessoal, se vocês sentirem vontade, por favor, comentem. Quero ouvir (ou ler) o que vocês tem a dizer (ou escrever) sobre isto. Agora chega, já escrevi (ou digitei, que porra preciso ficar me corrigindo) demais pra quem não estava com vontade. Inté a próxima pessoal!!!

terça-feira, 10 de julho de 2012

Situações estressantes


Vamos lá caros leitores, tomando nota, lápis e papel na mão. Caso não tenham lápis pode ser caneta mesmo. Temos um assunto muito sério a discutir hoje e espero não perder o fio da meada. Acharam a caneta? Caso a resposta tenha sido negativa, pois bem o assunto é sobre isso mesmo, a incrível arte de perder as coisas.
Desde os primórdios, quando nós seres humanos começamos a ter noção de que somos algo importante neste mundo, temos esse costume de extraviar despropositalmente as nossas coisas. Querem uma prova? Os inúmeros instrumentos primitivos de trabalho achados em escavações nos sítios arqueológicos. Se existem tantos é porque os nossos ancestrais eram obrigados a fabricar machadinhas ou lanças novas toda vez que seus objetos desapareciam.
Voltando ao trilho (confesso que já estava me perdendo neste assunto) é horrível perceber que perdemos algo, desde uma simples caneta até a hora de acordar para o trabalho. Em ambos os casos um estresse é gerado proporcionalmente ao tamanho do objeto perdido.
Perder um horário de um programa (na TV), o ônibus (se for trabalhar pode perder o horário dele, se for o motorista pode perder o próprio veículo), perde a noção do tempo, perder o sono (ou a vontade de dormir), a carteira, apenas os documentos, o dinheiro (ou ainda a carteira com os documentos e o dinheiro junto), perder os filhos num shopping lotado (coisas que podem acontecer quando se tem crianças encapetadas), as possibilidades são infinitas. Contudo, se podemos repor o item perdido amenizamos a situação, caso contrário o caos está gerado.
Muitos podem até reclamar que a postagem de hoje perdeu a graça ou até que o blog perdeu. Sinto dizer que se você pensou desta forma está perdido, pois este nunca foi meu objetivo principal (apesar das minhas inúmeras tentativas de fazê-lo desta forma). Mas também, desde quando perder algo chega a ser engraçado (pergunta isso para aquela mãe cuja filha acabou de perder... hum deixa pra lá). Porém se você tiver algo engraçado com relação a este tema, divida sua perda comigo. Quem sabe eu mude meu conceito. Inté a próxima pessoal!!!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Jogando conversa fora: Estranho Mundo


Pra começar, eu gostaria de justificar o título. As palavras estão nesta ordem por dois motivos: O primeiro tem como finalidade não fazer propaganda de uma revista de curiosidades (Que por sinal é muito boa, se quiserem saber qual é invertam as duas palavras e perguntem ao seu jornaleiro) e o segundo é para simplesmente soar de forma mais poética.
Deixando o título de lado, percebi que escrevo a maioria dos meus desabafos por aqui após ter chegado de uma breve saída de casa. Quando fico 24h dentro do meu humilde cantinho nenhuma palavra é escrita (ou digitada, tanto faz dá no mesmo!!!).
Conclusão nº. 01: Sou uma pessoa muito anti-social.
Conclusão nº. 02: Sou o tipo de pessoa que repara até nos mínimos detalhes.
Mas querido, adorado e estimado leitor, se você também se identifica com quatro de cada cinco coisas por aqui descritas (incluindo este meu artigo corrente em questão) então aqui vai só mais uma conclusão.
Conclusão nº. 03: Este nosso mundo é quem anda nos tirando do sério.
Para quem está chegando a este blog por intermédio desta postagem eu peço que, por favor, leiam as outras (eu não escrevo tão mal assim, só me perdoem os erros de ortografia) e após isto tirem suas próprias conclusões (não precisam ser de todas, pelo menos de algumas delas).
Eu poderia falar que a culpa é de somente algumas pessoas, mas falar de nós seres humanos sempre se torna complicado de mais (e generalizando tudo fica sempre mais legal!!!).
Finalizando, se o assunto toma a forma fora de nossas residências é porque temos tudo sob controle dentro delas (ou não?).
Jogue conversa fora e participe enviando comentários ou o descarregando sua raiva (seja da sociedade ou do blog mesmo). Sua presença por aqui é muito importante. Inté a próxima pessoal!!!

sábado, 7 de julho de 2012

Editorial: Que dureza!!!

Bom, não vou dizer que estou feliz esta semana. Pelo menos não100% feliz. Uma das maiores catástrofes da história acabou acontecendo: O Zagallo viu o Corinthians ser campeão da Libertadores. Hebe Camargo e Silvio Santos também. Acho que nem o Torcedor Anticorinthiano mais otimista imaginava que isso um dia aconteceria.
Mudando rapidamente de assunto para não causar sequelas, prometo que semana que vem tem novas postagens. Fiquei muito abalado com os novos acontecimentos que acabou me dando uma certa amnésia. Essa Libertadores precoce foi muito indigesta pra muita gente.
Mas não adianta disfarçar, o dano já está causado. Agora é bola pra frente e esperar o Mundial, afinal será a primeira vez que eles vão disputar um Mundial fora do país e sairão da América do Sul pra disputar um título de renome.
Com o leite já derramado só nos resta lamber o local e sem lágrimas (sou São Paulino, são necessárias 3 Libertadores pra me fazer qualquer tipo de cócega com o assunto futebol) e isto posto aqui deixo o meu inté a próxima pessoal!!!

Em tempo: Amanhã não terá nada novo por aqui. Aguardem a partir de segunda!!!