terça-feira, 4 de junho de 2013

Jogando Conversa Fora: Ponto e vírgula



Acho que este será um dos mais curtos da história (se eu não acabar me enrolando). Nosso idioma tem muitos acentos e sinais gráficos, mas nenhum deles é tão injustiçado quanto o ponto e vírgula (o mais injustiçado antes era o trema, porém tamanha injustiça acabou por bani-lo).
Bom meus leitores, eis algumas questões. Alguém usa o ponto e vírgula? Alguém sabe como utiliza-lo da maneira correta? Alguém ligaria se eu não soubesse a hora certa de coloca-lo? Eu particularmente não faço questão nenhuma em usa-lo, mas se alguém se sentir ofendido com este meu ato de rebeldia e repúdio a este sinal na língua portuguesa, por favor, se pronuncie. Os comentários servem exatamente para isso. E eu gostaria muito de saber a opinião de vocês.
Acho que por hoje é só. Não falei que seria curto? Pela primeira vez cumpri no ato uma promessa que fiz. E vou acabar minha postagem por aqui antes que eu acabe quebrando a promessa. Inté a próxima pessoal!!!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Editorial - Siglas



Dizem por aí que a língua portuguesa é um dos idiomas mais difíceis de aprender no mundo. Talvez seja porque nem os analfabetos que já nascem falando o dominam por completo (confesso que nem eu o domino num nível aceitável). É por essas e outras que inventamos siglas para ajudar a memorizar certas coisas. Não sou contra a utilização de siglas, apenas defendo o uso moderado delas. Mas porque esse assunto está no editorial? Eu já explico.
Muitas vezes, para dizer aonde vamos, recorremos à sigla do nome do local. Em vez de falarmos que vamos até a Associação Comercial e Empresarial, dizemos que iremos até a ACE. Visto isso, utilizamos as siglas não por preguiça e sim por economia de tempo e também porque desde pequenos somos acondicionados a usá-las. Em certos casos a moda não pega. Todos dizem que vão ao Banco do Brasil, mas ninguém (normal!!!) fala que vai até o BB.
Atualmente estamos usando siglas de expressões originárias de termos em inglês (culpa da internet que deixa seus usuários cada vez mais burros). É um tal de BFF pra cá, OMG pra lá, LOL acolá. Para estas pessoas aqui vão meus PQP’s e VTNC’s.
Agora vem a minha explicação (Aleluia, finalmente!). Notei que muitas vezes (alguém aí sabe algum sinônimo para “às vezes” não aguento mais escrevê-lo) eu digo que determinado assunto virará tema em breve. Ok, então criarei neste momento a segunda sigla oficial deste blog (A primeira é o próprio nome desta joça). Quando vocês virem a sigla E.B.A.!!! (desse jeito) quer dizer “Em Breve Assunto”. Optei pelo EBA porque dá um ar de que coisa nova está por vir.
E assim termina nosso “Editorial” de hoje. Sempre informativo às vezes (não aguento mais) inaugural e quase nunca importante. Sendo assim, despeço-me. Inté a próxima pessoal!!!

PS: Os Editoriais serão publicados apenas nas segundas-feiras a partir de agora. Estou tentando organizar um cronograma por aqui. Caso exista a necessidade de um Editorial de última hora, este virá acompanhado de Extraordinário. Não que ele seja, mas só porque me deu na telha escrever um. Inté!!!

domingo, 2 de junho de 2013

Inutilidades que criamos: Adaptações em motos

O ser humano sempre foi reconhecido pela sua criatividade e pela sua facilidade de adaptação. Quando estas virtudes são utilizadas separadamente, somos capazes de suportar ou criar coisas extraordinárias, geniais. Porém quando utilizadas em conjunto, a genialidade passa bem longe da criação. Prefiro denominar tais criações como “coisas mutantes”. Geralmente eu abordo um único assunto, mas o que vem acontecendo com as motos ultimamente vem me deixando um tanto quanto intrigado.
Meus dois primeiros mutantes já são velhos conhecidos. O primeiro é o famoso bagageiro (ou baú, se assim preferirem) acoplado a moto. Foi uma adaptação criada pela necessidade de carregarmos coisas sobre duas rodas (além do piloto é claro). Até aí tudo bem, mas foi necessário um pequeno sacrifício, não tem como carregar um passageiro na garupa. Para corrigir este “problema” foi criado um “bagageiro embutido” logo abaixo do banco das motos. Agora aqui vai uma reflexão (opinião minha, sinto muito mas o blog é meu e eu quero opinar). Se o dono do veículo em questão precisa carregar mais coisas do que deveria conter numa sacolinha, a solução seria comprar um carro e não “inventar soluções”. Um automóvel além de ser mais seguro, suporta bem mais peso (não é mesmo seu gordinho motorizado?).
Tudo bem que tais exemplos já estão mais que consolidados, então vamos para a mais nova aberração motorizada. O que são aquelas motos com uma espécie de carroça atrás? E ainda substituíram a roda traseira pelas duas da adaptação da tal carrocinha. Se não souber o que falo veja a imagem abaixo.
Se você tem como financiar uma aberração dessas, porque não optar por uma pick-up ou caminhonete? Elas são visivelmente mais bonitas do que parecer andar naquele velocípede de adulto (na minha região chamamos o monociclo de plástico, sonho de consumo de qualquer criança, de velotrol, vai entender).

Finalizando, se adaptar não crie e se criar não adapte. Futuros monstros podem aparecer pelas ruas… Inté a próxima pessoal!!!

sábado, 1 de junho de 2013

Poesias Insólitas: O Gato andarilho



É isso mesmo pessoal, o autor deste blog endoidou de vez. Como se não bastasse este insano querer se aventurar pelo ramo das narrativas, ele decidiu que deveria escrever poesias. Espero não ser preso por mau uso da língua portuguesa. E quem tiver olhos, mas não tem coragem suficiente para arrancá-los, leiam as atrocidades, estas novas agressões à língua pátria. Divirtam-se!!!

O Gato andarilho
Havia um gato
No meio do mato
Caçando um rato
Pois este era um chato

Achou um feto
Num lugar reto
Achou correto
Enterrar o dejeto

Tal coisa eu cito
Pois foi esquisito
Então repito
O ato maldito

Partiu pro esgoto
Encontrou um garoto
Achou-o meio maroto
E arranhou-lhe o escroto

Eu tento, eu luto
Mas nunca me escuto
Acabou-se então o texto fajuto
Que deixou tudo mundo puto…