sábado, 23 de junho de 2012

Situações Estressantes



Já repararam que quando estamos prestes a utilizar um caixa no banco, seja o convencional ou o eletrônico, em supermercados, em lojas e entre outros sempre a fila se acumula? Será que isso só acontece quando entramos na fila ou é sempre assim? Vamos às situações...
Situação 01: Você entra no banco e olha a fila e percebe que há umas dez pessoas nela. Após sermos atendidos notamos que atrás de nós acumulou-se mais umas trinta. Fico com a impressão de que o pé gelado da história sou eu pra quem estava atrás de mim na fila. Ou que o funcionário do banco fica impressionado e intimidado com minha presença. Vai falar pra mim que após analisar a situação desta forma você também não ficou com sentimento de culpa?
Situação 02: Nesta situação, desta vez, temos a nítida sensação que não somos nós os culpados e sim as criaturas de Deus que resolvem comprar o que é vendido nas bocas dos caixas de supermercados. Porque estes indivíduos inventam de comprar chicletinhos, balas, lâminas de barbear, canetas e etc. na última hora? Se fosse só pegar e passar pelo caixa, beleza! Mas os filhos (as) da mãe querem escolher até a cor do barbeador que vai levar pra casa. E qual o resultado desta indecisão repentina? Congestionamentos, filas e mais filas no supermercado.
Sei que o assunto rende mais que aquela marca de detergente, mas vou terminar com mais esta situação. O restante eu deixo pra um outro dia.
Situação 03: As lotéricas, muitos vão apenas para pagar as contas. O jogo mesmo que é o que faz a lotérica girar nada. É por isso que eles criaram a fila preferencial para quem vai fazer a “Fezinha” semanal. E é neste momento que eu me vingo do estresse passado em outras filas. Eu faço uma aposta mínima só para usufruir deste capricho. Só achei uma pena não ter conseguido ganhar na Mega ainda. Acho que este é o meu castigo vindo à cavalo...
Bom pessoal a fila anda e eu ainda tenho muito a reclamar. E peço a sua opinião pra um dia voltar a abordar este assunto. Por enquanto, inté a próxima pessoal!!!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Profissões que estressam



O objetivo das postagens com este título é falar de profissões que são, parecem ou podem gerar estresse. Com toda esta falta de organização que me leva a ficar grandes períodos sem escrever nada para cá (na verdade tem outros motivos além deste, mas como sempre, isto será assunto para outro post) reparei que falta alguém para me auxiliar. Aí entram as secretárias. Não que eu precise de uma, mas geralmente é isso que elas fazem. Ou pelo menos é o que deveriam fazer.
Pois bem, não quero criar polêmica, contudo, os prezados leitores já repararam o que estas profissionais estão fazendo toda vez que adentramos (nem sei se esta palavra existe, mas eu a adoro!!!) em seu local de trabalho? Caso não tenham prestado atenção, seja na minha pergunta ou nas atividades secretarísticas, eu respondo. Geralmente elas estão ao telefone, no computador ou (pasmem!) lixando as unhas.
Das que ficam no computador, quatro em cada sete estão no Messenger, Facebook ou demais redes sociais. As outras três utilizam a máquina apenas como instrumento de trabalho. Quando ao telefone percebemos nitidamente pelo sorrisinho característico de fofoca que o assunto não tem absolutamente nada a ver com o serviço que deveriam estar fazendo. Já as lixadoras de unha são as mais descaradas inclusive no visual que costumam usar no trabalho.
Não quero me aprofundar nas funções desempenhadas, contudo, se elas arranjam tantas válvulas de escape durante o horário de serviço é porque elas devem se estressar muito com os seus chefes. E causam um estresse tremendo a quem as vê trabalhando também.
Sei que também existem os secretários, mas estes eu deixarei para outra ocasião. Por hoje é só galerinha, inté a próxima pessoal!!!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Jogando conversa fora: O número 2



Não pessoal, não estou falando de necessidades fisiológicas. Pois bem, olhando um caminhão com a marca do segundo melhor refrigerante o qual não farei propaganda (Pepsi!!! Ai que me deu vontade de espirrar logo agora!!!) e de repente a pergunta incrustou em minha massa encefálica. Como é ser “o número dois”? Bem, eu não sou o número um e talvez muitos que o sejam também não devem saber, logo temos um novo tema a debater. Aliás, qualquer porcaria vira assunto digno de ser debatido quando passa pela cabeça deste maluco que por aqui vos escreve.
Ser o número um é ser o líder, mas e o número dois? O nº. 02 é pior que o primeiro, mas é melhor que os demais, portanto ele é o melhor entre os piores. Tendo isto em vista, ser reconhecido como o número dois de algo não é um elogio muito bom.
Uma vez ouvi Nelson Piquet dizer a mim pessoalmente pela TV (ora bolas, era uma entrevista dele em pessoa): O segundo lugar é o primeiro perdedor, por isso não se deve comemorar uma segunda colocação. As palavras podem não terem sido exatamente estas, mas a essência está parafraseada nela. E, é claro, o segundo lugar, o vice-campeão, o vice-presidente e dentre outros também são o número dois. No caso dos vices de algum cargo eles só o são por que ganharam junto com alguém e servem simplesmente como peça de reposição. Mas eu é que não queria ser o número dois com a Dilma em primeiro.
Enfim, meu desafio está lançado. Ops, ainda não disse qual seria o desafio. Aqui vai: Escrevam comentários baseando-se no que acabaram de ler aqui. Ou se quiserem fazer melhor leiam outras fontes assim os comentários terão uma qualidade superior. O intuito é justamente jogar conversa fora. Desafio, agora sim, lançado espero escrever mais a respeito em breve. Por hoje é só. Inté a próxima pessoal!!!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Estranhezas mentais



Neste capítulo eu serei curto e objetivo. Falarei da mania que temos de ficar olhando a rua (ou a vida dos outros) pela janela. Ou pelas frestas dela.
Se acontece alguma movimentação ou barulho diferente na casa vizinha lá vamos nós (ok, também sou culpado tá?) botar a cabeça pra fora ou apenas sondar pelo espacinho existente entre as cortinas. Parece diferente, mas enquanto num parecemos curiosos no outro caso parecemos medrosos. Porém em ambos os casos o resultado é o mesmo: querer saber sobre a vida alheia. Chamo isto de Síndrome da Marmota.
Já perguntei certa vez, não me lembro a quem, se não faria mais sentido abrir a porta e sair para rua verificar o acontecido. Assim poderíamos perguntar, demonstrando assim preocupação com nosso semelhante e extrair a “informação necessária” (“adoro” esta história de sarcasmo entre aspas!!!).
-Imagine, vão pensar que somos curiosos!!! – A pessoa acabou me respondendo. Ok, até aí eu entendo. É melhor ser um curioso anônimo medroso do que um xereta declarado conhecido.
Agora vem a parte interessante. Mesmo que o barulho esteja alto, que ouçamos o “Parabéns pra você” nós ainda queremos ter a certeza se é um aniversário rolando na residência vizinha. Isso é ou não um caso de Estranheza mental?
Sugiro então que da próxima vez devemos dar uma de João-sem-braço e, mesmo sem ter sido convidado, ir até o vizinho. Quem sabe ele não te convida para o bolo?
E para aqueles que a esta altura do campeonato devem estar reclamando que eu não fui tão curto como prometi ser no início desta nossa conversinha diária, aqui vai minha resposta: foi porque o assunto na casa do vizinho se prolongou por mais tempo do que o esperado. Inté a próxima pessoal, vou voltar a sondar janelas!!!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Situações estressantes


 
Vamos lá, quem acompanha as postagens com este título sabe que primeiro eu gosto de criar o clima da situação. Então, sem mais demora. Você está se concentrando para fazer algo, esteja você em pé, sentado ou deitado (tanto faz!). Eis que o amigo leitor repara em um ruído estranho. Um barulho que não lhe é familiar, seja em sua casa, barraco ou apartamento (dá no mesmo!), mas é algo que tem uma espécie de padrão na sua barulhice (inventei isso agora) e que irrita demais. Todos estão concentrados me acompanhando ou já acharam algo similar ao que acabei de descrever? Pois bem, prossigamos. Qual é a primeira coisa que procuramos fazer? Quem pensou na palavra procurar da minha última frase, acertou.
Começa então a incessante busca ao que nos atormenta. Botamos a cabeça pra fora da janela, mas parece que o negócio vem de dentro da casa. Percorremos salas, quartos, cozinhas, banheiros e nada, nenhuma pista do barulinho infernal que por sinal ainda continua. Saímos para fora (pra dentro é que não dá mesmo!) da casa, pois esta seria a única solução plausível, mas o inferno ainda demonstra sinal de vida e não temos sequer a noção de onde ele possa estar vindo. Às vezes o volume do ruído aumenta e temos a breve sensação de que estamos perto de resolver o enigma, de desvendar este maldito mistério. Como somos inocentes, queridos amigos. E após horas e horas de ininterrupta busca duas coisas tendem a acontecer: Desistimos e seguimos com nossa vidinha ingrata ou o barulho simplesmente acaba como num passe de mágica.
Prezado leitor, aqui vai uma dica para evitar desilusões futuras como esta: escrevam para um blog. Foi o que decidi fazer enquanto algo semelhante me atormentava. Não encontrei a origem do ruído, mas também não me importei em procurar. E com um zunido no ouvido como recompensa de minha teimosia aqui deixo o meu inté a próxima pessoal!!!